Lembre 10 bandas que acabaram e continuam em nossos corações

Dez bandas nacionais que acabaram, mas que nunca saíram dos nossos corações

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Sandy & Junior, Exalta e Charlie Brown Jr. ainda fazem falta para os fãsImagem: Divulgação

Charlie Brown Jr.

Jerri Rossato Lima/Divulgação
Imagem: Jerri Rossato Lima/Divulgação

Foram dez álbuns de estúdio, centenas de shows e uma carreira de sucesso ao longo dos mais de 20 anos de banda. Misturando rap com rock e hardcore, o Charlie Brown Jr. tinha como figura central o vocalista Chorão, também principal compositor do grupo formado em Santos (SP). A morte do líder, devido a uma overdose, foi insustentável para os demais integrantes, que decidiram mudar o nome do grupo. Um levantamento de 2015 provou que a dona do hit “Zóio de Lula” é a segunda banda nacional mais ouvida no exterior, perdendo apenas para o Sepultura.

Mamonas Assassinas

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Imagem: Reprodução

Uma das maiores tragédias do meio musical brasileiro aconteceu em março de 1996, quando o avião em que o grupo voltava de um show em Brasília perdeu o controle. Dinho, Bento, Júlio, Samuel e Sérgio são lembrados ainda hoje pelos temas descompromissados nas faixas “Pelados em Santos”, “Robocop Gay” e “Sabão Crá Crá”. Sempre presente na televisão brasileira da década de 1990, o quinteto não tinha vergonha de pagar mico e abusava do bom-humor.

Sandy & Junior

Divulgação - Reprodução/Instagram Sandyoficial
Imagem: Divulgação – Reprodução/Instagram Sandyoficial

Uma década se passou desde que os irmãos se despediram dos palcos com o “Acústico MTV”. Uma das duplas mais queridas do Brasil cresceu junto com os fãs, e passou de duas crianças fofas para astros teen. “Dig-Dig-Joy”, de 1996, já caracterizou o pop adolescente que marcaria uma geração e os trabalhos seguintes ficaram o nome dos filhos do sertanejo Xororó no mercado musical. “Olha o que o Amor me Faz”, “As Quatro Estações” e “A Lenda” são alguns hits ainda tocados de Sandy & Junior.

Mutantes

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O trio paulista ainda soa moderno quando juntou diferentes gêneros musicais para criar um som original. Do samba ao rock psicodélico passando pela Tropicália, os Mutantes construíram um legado importantíssimo no rock nacional e abriram as portas para diversas bandas que seguiram. Desentendimentos entre os integrantes encurtaram a trajetória do grupo, responsável por “Panis et Circenses”, “Ando Meio Desligado” e “Não Vá se Perder Por Aí”.

 Los Hermanos

Junior Lago/UOL
Imagem: Junior Lago/UOL

Alguns amam e outros odeiam, mas é inegável a importância da banda carioca e os shows abarrotados nas turnês esporádicas provam isso. Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo alternaram os vocais desde o ska punk do álbum de estreia para os hinos alternativos celebrados em “Ventura” e “Bloco do Eu Sozinho”. O single “Anna Julia” catapultou o Los Hermanos para o mainstream nacional, mas o lado alternativo ainda é sinônimo da banda.

Exaltasamba

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Com nomes de respeito no pagode, o Exaltasamba teve Chrigor, Thiaguinho e Péricles. A época de ouro da banda foi nos anos 2000, quando os hits “Tá Vendo Aquela Lua” e “A Gente Faz a Festa” foram para as paradas. Após a saída de algumas peças fundamentais, o grupo voltou ano passado apenas como Exalta e com nova formação. Thiaguinho é um dos artistas mais presentes no mainstream e segue como uma carreira solo de sucesso. Mesmo caso de Péricles, que emplacou “Melhor Eu Ir” e “Costumes Iguais”.

Legião Urbana

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Uma horda de fãs não deixa o legado da banda ser esquecido, e os temas políticos cantados por Renato Russo ainda são discutidos em 2017. O ícone do rock nacional versou sobre o descontentamento político, o desmatamento e os relacionamentos possíveis, em álbuns que venderam milhões de unidades e expandiram a importância da banda de Brasília. A morte do vocalista em 1996 ruiu o quarteto, que voltou no último ano com participações especiais para celebrar os 30 anos de fundação.

Os Mulheres Negras

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A “terceira menor big band do mundo”, como costumava ser chamada a dupla André Abujamra e Maurício Pereira, virou ícone cult tanto pela música experimental quanto pelas letras irreverentes e carregadas de humor. Os Mulheres Negras abrangeram funk, lambada, baião, punk, bossa nova e rock nos álbuns “Música e Ciência” e “Música Serve Para Isso”. Mesmo com o fim do grupo, André e Maurício continuaram trabalhando juntos e assinaram a trilha sonora do programa “Castelo Rá-Tim-Bum”. Um retorno em 2012 originou uma turnê e a especulação de novos trabalhos.

Claudinho e Buchecha

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“Quando você vem / Pra passar o fim de semana” ainda é lembrado como um dos principais funk melody do país. A dupla começou a trajetória de sucesso nos anos 90 e marcou o início da propagação do funk. O sucesso foi interrompido com a morte prematura de Claudinho em 2002, aos 26 anos. Desde então, o parceiro musical continua defendendo o gênero e segue na vertente mais pop.

Rouge

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Cada encontro registrado no Instagram de Aline, Atma, Karin, Li e Lu já é motivo para admiradores imaginarem um retorno do grupo pop. Mas, por enquanto, nada. Foram quatro álbuns de estúdio e milhões de cópias vendidas, e tudo isso após um reality musical. O hit mais lembrado é “Ragatanga”, uma versão tupiniquim de “The Ketchup Song”, da banda Las Ketchup, com direito a coreografia e tudo.

Fonte: UOL

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